/// Ciclo de Diálogos | Língua Solta: “Epistemologia da Arte em Desconstrução: entre o objetivo e o subjetivo” | 19 de julho | 15h00 | Teatro Cine de Gouveia

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Início: 19/07/2025
Fim: 19/07/2025
Hora de Início: 15:00

Moderação: Isabel S. Silva, Rui Eufrázia

Convidados: Pedro Marques, Bernardo Chatillon, Rita Vilhena

O Ciclo de Diálogos “LÍNGUA SOLTA” tem como objetivo estimular o pensamento crítico e promover a literacia cultural e artística através do encontro entre criadores, estruturas artísticas, investigadores e comunidade. Neste contexto, propõe-se a conversa “Epistemologia da Arte em Desconstrução: entre o objetivo e o subjetivo”, como espaço de reflexão em torno dos modos de conhecer e experienciar a arte.

O que significa conhecer uma obra de arte? Quais os fundamentos epistemológicos da fruição estética? Em que medida é possível objetivar a experiência subjetiva diante das obras de arte? Que processos cognitivos estão envolvidos na interação com a obra de arte?

Este encontro propõe-se a questionar sobre a objetivação da arte em contraposição com a sua dimensão de possibilitar a criação de novos campos de interação e conhecimento. Pretende-se ainda debater como os processos de fruição artística mobilizam estruturas cognitivas e repertórios conceptuais na relação com a obra, de forma dinâmica e irrepetível.

Ao colocar em tensão as dimensões objetiva e subjetiva da arte, esta conversa convida a repensar os modos como percebemos, compreendemos e atribuímos valor ao fenómeno artístico — enquanto instância de conhecimento situada, sensível e em permanente construção.

Pedro Marques é mestre em Cognição Social Aplicada e doutorado em Psicologia Cognitiva pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Atualmente, é Professor Auxiliar no Instituto Piaget – ISEIT de Viseu e investigador no INSIGHT: Centro de Investigação Piaget para o Desenvolvimento Humano e Ecológico.

Bernardo Chatillon, é criador e performer que investiga o potencial do pensamento mágico e da dimensão teatral na exploração de espaços obstruídos e invisíveis, bem como dos movimentos não visibilizados. Iniciou o seu percurso com os Artistas Unidos, estudou no Chapitô, no c.e.m – centro em movimento, e licenciou-se em Teatro/Ator pela Escola Superior de Teatro e Cinema.

Rita Vilhena é coreógrafa, intérprete e investigadora de dança contemporânea, com foco em transformação, participação, intuição e prazer. Os seus trabalhos recentes exploram temas como ritual, performance, ecofeminismo e autobiografia, destacando-se peças como #VIBRA#DOR, CORPO SANTO, MA-MA e Pela Nossa Pele.

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